sexta-feira, 30 de novembro de 2018

'' NO TRATO COMUM "

                                                     
          - Nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe e, por meio dela, muitos sejam contaminados. - Paulo ( Hebreus, 12:15.)

-É razoável estejamos sempre cautelosos a fim de não estendermos o mal ao caminho alheio; Os outros colhem os frutos de nossas ações e oferecem-nos, de volta, as reações consequentes. Daí, o cuidado instintivo em não ferirmos a própria consciência, seja policiando atitudes ou selecionando palavras, para que vivamos em paz à frente dos semelhantes, assegurando tranquilidade a nós mesmos.
  Em muitas circunstâncias, contudo, não nos imunizamos contra os agentes tóxicos da queixa; Superestimamos nossos problemas, supomos nossas dores maiores e mais complexas que as dos vizinhos e, amimalhando o próprio egoísmo, cultivamos indesejável raiz de amargura no solo do coração. Daí brotam espinheiros mentais, suscetíveis de golpear quantos renteiam com a gente, na atividade cotidiana, lhes envenenando à Vida.

- Quantas sugestões infelizes teremos coagulado no cérebro dos entes amados, predispondo-os à delinquência com as nossas frases irrefletidas! Quantos gestos lamentáveis terão vindo à luz, arrancados da sombra por nossas observações Vinagrosas - Precatemo-nos contra semelhantes calamidades que se nos instalam nas tarefas do dia a dia, quase sempre sem que venhamos a perceber.
Esqueçamos ofensas, discórdias, angústias e trevas, para que a raiz da amargura não encontre clima propício no campo em que Atuamos.

- Todos necessitamos de Felicidade e Paz; entretanto, felicidade e paz solicitam amor e Renovação, tanto quanto o progresso e a Vida pedem trabalho harmonioso e Benção de Sol.


Pesquisa:
Livro: Ceifa de LUZ
Autor: Chico Xavier / Emmanuel
Imagem.:  Google*























































                          



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